
O Curso promove o encontro com a arquitectura de Fernando Távora e a memória de lugares, de coisas e de sinais que lhe foram significativos, no Porto, na região de Entre Douro e Minho e em Coimbra, considerando a paisagem construída urbana e rural, aspectos da arquitectura e da arte popular e erudita, da cozinha tradicional portuguesa. Dias longos de Verão, viagem, estada nos sítios, as obras…
Também a visita a lugares e outra arquitectura portuguesa.
As palestras contemplam a leitura da obra, sob diferentes pontos de tematização, e propõem acentos de debate:
* Fernando Távora, o movimento moderno, em Portugal, após o 1.º Congresso Nacional de Arquitectura, Lisboa 1948, a Escola do Porto
* Habitar, a casa, outros programas de edificação
* Planos de Urbanização
* Reabilitação de espaços urbanos
* Permanência, continuidade e transformação de edifícios, conservação e restauro
* O estudo da arquitectura popular: o Inquérito à Arquitectura Popular Portuguesa (1955)
* A história da arquitectura e da arte portuguesa
- Vasco Fernandes (Grão Vasco), a pintura quinhentista
- O Renascimento coimbrão, a igreja e o convento de Santa Cruz,
Nicolau Chaterrene e João de Ruão
- Nasoni, o Barroco do Norte de Portugal
* Pensar e desenhar
* A viagem
* Fernando Távora e Álvaro Siza Vieira
O curso tem incidência no domínio da arquitectura, tanto a nível de formação como de abertura a uma especialização, mas reveste-se igualmente de interesse no âmbito mais geral da cultura portuguesa. Dado que a obra de Fernando Távora permanece incontornável na actualidade do seu contributo disciplinar, a análise de algumas das intervenções, proposta no curso, abre a possibilidade de reflexão e aprofundamento do estado da arte dos problemas em causa.
Data de Realização: 6 a 11 de Julho de 2008
Organização: Universidade do Porto, Faculdade de Arquitectura
A urgência de se estabelecerem estratégias de desenvolvimento, baseadas num conceito de sustentabilidade, que implica uma ligação forte e equilibrada entre três pilares fundamentais - Sociedade, Economia e Ambiente - é o motor principal deste curso. É neste âmbito que as conferências do Rio e Rio+10 e o seu impacto na política do ambiente à escala planetária, na União Europeia e em Portugal, se reverão e debaterão.
O Protocolo de Quioto e os seus mecanismos (comércio de emissões, mecanismos de desenvolvimento limpo e implementação conjunta) serão também discutidos, visando uma melhor compreensão dos caminhos possíveis para atingir os compromissos assumidos, cujo prazo se aproxima rapidamente.
A análise, ilustrada com exemplos concretos e inovadores, do papel das comunidades locais e do poder político no ordenamento do território complementará a visão que se pretende fornecer. A aplicação de Directivas europeias na área do Ambiente afigura-se também fundamental para conseguir apreender quais as estratégias de desenvolvimento que se perspectivam para o século XXI.
Finalmente, este Curso procura associar-se à celebração da década das Nações Unidas sobre Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014), assumindo o seu objectivo prioritário, isto é, a construção de um mundo onde todos tenham a oportunidade de beneficiar de uma educação de qualidade, permitindo a aprendizagem da cidadania com base em valores e estilos de vida que possibilitem um futuro sustentável e uma transformação social positiva.
Data de Realização: 6 a 11 de Julho de 2008
Organização: Universidade de Aveiro

A “Arquitectura Sustentável – Perspectivas e Práticas de Intervenção” é o tema do seminário que o Município de Barcelos vai promover nos dias 5 e 6 de Junho, no auditório dos Paços do Concelho. A iniciativa é destinada a arquitectos, engenheiros, professores, profissionais de construção, técnicos, estudantes e público em geral, sendo que as inscrições são gratuitas mas obrigatórias.
A “Arquitectura Sustentável – Perspectivas e Práticas de Intervenção” é o tema do seminário que o Município de Barcelos vai promover nos dias 5 e 6 de Junho, no auditório dos Paços do Concelho. A iniciativa é destinada a arquitectos, engenheiros, professores, profissionais de construção, técnicos, estudantes e público em geral, sendo que as inscrições são gratuitas mas obrigatórias.
Assunto de grande actualidade e de múltiplas abordagens, pretende-se com este seminário abordar a utilização racional dos espaços, no sentido de que possibilite uma melhor qualidade de vida e uma resposta positiva aos desafios ambientais das sociedades modernas.
Neste encontro, face aos sintomas da crise ambiental global, os diversos especialistas vão equacionar as possibilidades da construção sustentável associada à eficiência energética e à utilização de materiais resultantes de resíduos de construção ou de demolição.
Por outro lado, quando se fala em edifício sustentável, eventualmente, pensar-se-á, em técnicas sofisticadas, quando também é verdade que existem aspectos que a qualquer obra deveria atender, desde a compra do terreno até à construção, passando pela arquitectura.
Outro dos factores a ter em conta é a factura energética. A redução dos seus custos leva-nos a repensar a utilização dos materiais e a optar por tecnologias biocompatíveis, contribuindo assim para uma melhor eficiência energética dos espaços, quer no momento da sua projecção ou aquando da sua reabilitação.
No desafio que lança para este tema, a autarquia de Barcelos diz que um edifício bem projectado e construído pode ter um custo acrescido no imediato, mas que as futuras poupanças de energia vão absorver o investimento inicial, dando razão à frase: “Na poupança é que está o ganho”.
Os interessados em participar no seminário a “Arquitectura Sustentável – Perspectivas e Práticas de Intervenção” devem fazer as suas inscrições no Gabinete do Ambiente, Rua Fernando Magalhães nº 303-1º, 4750-290 Barcelos, ou pelo seguinte endereço electrónico - gambiente@cm-barcelos.pt. A inscrição é obrigatória e a participação gratuita.
Informações: www.cm-barcelos.pt/arquitecturasustentavel/
Colaboração: Ordem dos Arquitectos - Secção Regional do Norte
A participação dos arquitectos estagiários nos dois dias do Seminário confere 8 créditos de "formação obrigatória em matérias opcionais de arquitectura”.

O Núcleo Regional do Porto da Quercus está a organizar, para os dias 23 de Fevereiro, 29 de Março, 19 de Abril e 24 de Maio no Museu Nacional Soares dos Reis, as “Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável”. As Jornadas serão estruturadas em quatro painéis que pretendem cobrir todas as aproximações existentes relacionadas com a arquitectura sustentável.
Mais informações: www.jornadasquercus.blogspot.com
Conservação e Uso Racional da Água onde se pretende abordar algumas das mais variadas tecnologias existentes na reciclagem de águas cinzentas e valorização de águas pluviais, bem como sistemas inovadores de redução de consumos, tendo já confirmados para este painel Eng.ª Elisabete Bertolo, a empresa Hidroprojecto com a apresentação do sistema de aproveitamento do esgoto para aquecimento e refrigeração de edifícios, um projecto desta empresa e das Águas do Porto e Eng.º Armando Silva Afonso com algumas características do projecto “Casa do Futuro”, entre outros.
Materiais e Tecnologias inovadoras para a Construção Sustentável onde se pretende apontar soluções abrangentes sobre critérios de sustentabilidade que podem ser usados pelo sector da construção como uma referência tais como a construção em madeira, coberturas ajardinadas, materiais ecológicos e iluminação natural em edifícios.
Sistemas de Avaliação e Certificação da Sustentabilidade de Edificações onde serão abordados os sistemas voluntários presentes em diversos países destacando-se, por exemplo, no Reino Unido o Sistema BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method), nos EUA o Sistema LEED (Leadership in Energy & Environmental Design) apresentado através de um caso prático pela Arq. Inês Cabral, e por fim em Portugal o recente LiderA (Líder pelo Ambiente) apresentado pelo Eng. Manuel Duarte Pinheiro.
Cidades Sustentáveis onde se pretende apontar soluções aos desafios relacionados com a construção, estimulando o debate em mesa redonda entre arquitectos de renome em jeito de conclusão de todos os painéis anteriores.
Seminário
Programa:
Propõe-se que o seminário e as exposições a decorrer paralelamente funcionem como um primeiro momento de reflexão a anteceder o segundo momento, que será o workshop.
O seminário propõe-se como reflexão entre estas três coordenadas:
Cidades + Património + Arquitectura.
#19abril [Quinta] –Património - Cultura
Miguel Von Haffe Peres + Joaquim Branco (SRU) + Alves Costa + João Seixas
moderação: André Tavares
Local: Espaço Oficina da Galeria Fernando Santos – 21h30
#24abril [Sábado] – Conferência de apresentação. Cidades: [in]constantes – permanência / emergência
Nuno Portas + Álvaro Domingues + Pedro Leão Neto + Economista + Mª Manuel Leite Marques
moderação: Nuno Grande
Local: Espaço Oficina da Galeria Fernando Santos – 18h00
#30abril [Quarta] – Arquitectura: Mediação + Intervenção
Eduardo Souto Moura + Pedro Leão Neto + Pedro Gadanho + Manuel Salgado
moderador: Correia Fernandes
Espaço Oficina da Galeria Fernando Santos – 21h30
#01maio [Quarta] – Workshop + Clusters
#10maio [Sábado] – Apresentação e crítica dos trabalhos desenvolvidos
Eduardo Souto Moura + Correia Fernandes
*Exposição
#19abril – Inauguração da exposição organizada por CCRE e CinemArchitecture sobre a Cidade e o Mercado do Bolhão.
Los Angeles, 30 Mar (Lusa) - O francês Jean Nouvel foi hoje galardoado com o prémio Pritzker, recompensa mais prestigiosa para arquitectos de todo o mundo, anunciaram hoje os organizadores do galardão, em Los Angeles.
O Prémio Pritzker é atribuído anualmente, pela fundação Hyatt, da responsabilidade da família Pritzker, para agraciar um arquitecto vivo. Trata-se do mais importante prémio de arquitectura do mundo.
Nouvel, 62 anos, foi distinguido pela sua carreira, marcada pela "procura corajosa de novas ideias e por colocar em causa as normas aceites para rejeitar os limites no seu campo de actividade", afirmou Thomas Pritzker, presidente da fundação Hyatt, que entrega o prémio desde 1979.
O júri, composto por sete elementos, entre os quais arquitectos de renome internacional, historiadores e professores universitários reconheceu a "coerência, a imaginação e sobretudo uma necessidade insaciável de experimentação criativa" na obra de Jean Nouvel.
Com um valor pecuniário de 100.000 dólares e uma medalha de bronze, este prémio, por vezes denominado "Nobel da arquitectura" será entregue a Jean Nouvel numa cerimónia que se realizará a 02 de Junho na Biblioteca do Congresso, em Washington.
MV.
Lusa/Fim Via ww1.rtp.pt

A exposição "Remade in Portugal", 1ª exposição Internacional de Design Ecológico, está patente no GuimarãeShopping, a partir de 24 de Janeiro.
Informações e descrição do projecto em www.remadeinportugal.pt
O antes

e o depois

Podem ver uma reportagem mais detalhada aqui> http://freshome.com/2008/01/22/a-chapel-converted-into-a-modern-apartment/
Lisboa, 22 Jan (Lusa) - Os projectos de intervenção urbana dos arquitectos Camilo Vaz Leiria, Tiago Tomás, Sílvia Benedita e Joel Moura Martins foram os vencedores do Europan 9, respectivamente, nas cidades de Pontevedra (Espanha), Loures, Odivelas e Santo Tirso.
O Europan 9 é organizado pela federação europeia de organismos nacionais que promovem concursos de arquitectura.
Além dos quatro vencedores, vários outros portugueses foram distinguidos em Portugal e no estrangeiro com menções honrosas e citações especiais.
Um projecto do arquitecto português Camilo Vaz Leiria para Poio, em Pontevedra (Espanha), venceu o Europan 9, tendo para o mesmo local o projecto de outro português, Rui Branco Cavaleiro, obtido uma menção especial.
Loures, Odivelas e Santo Tirso foram as candidatas portuguesas ao Europan 9, que reuniu 73 cidades europeias e mais de 2000 equipas concorrentes.
O concurso, que se dirige a arquitectos com menos de 40 anos, teve como mote este ano "urbanidade europeia - cidade sustentável e novos espaços públicos", que se subdividiu nos temas mobilidade e diversidade de modos de circulação densidades, morfologia e espaços livres, multifuncionalidade e intensidade e espaços privados e públicos.
A proposta de intervenção de Tiago Tomás para a área do Prior Velho (Loures) saiu vencedora.
O projecto assinado por Sílvia Benedita para intervenção no sítio do Barruncho na Póvoa de Santo Adrião (Odivelas) ganhou o 1.º prémio, e o arquitecto João Caria recebeu uma menção honrosa.
O projecto de Gilberto Pereira para o Vale da Ribeira do Matadouro (Santo Tirso) foi o terceiro vencedor no concurso nacional.
Para Santo Tirso, o projecto de Joel Moura Martins recebeu uma menção honrosa e Ana Povoas uma citação especial.
Quanto a menções honrosas no estrangeiro, Íris Cantante recebeu uma em Espoo (Finlândia), havendo ainda três citações especiais.
As citações foram para Nuno Abrantes por um projecto em Tartu (Estónia), Armando Rabaça em Erice (Itália) e José Fonseca em Tjorn (Suécia).
No total o Europan 9 distribuiu 63 prémios, 69 menções honrosas e 65 citações especiais.
Cada vencedor receberá 12000 euros, havendo agora um período de execução e de contratação com os vencedores.
NL.
Lusa/Fim
Fonte: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=321535&visual=26&rss=0

Se neste Natal estão a considerar pedir ao Pai Natal uma impressora nova, talvez queiram facilitar o trabalho ao velhote das Barbas Brancas, e fazerem vocês próprios a selecção. Quanto maior é a oferta disponível mais difícil é decidir, mais ainda decidir de uma forma fundamentada.
Às vezes, ler as (muitas) características de determinada impressora em nada nos elucida sobre as reais vantagens da mesma, porque ficamos divididos entre a importância relativa dos diversos factores. A opinião de um amigo que tem, ou já teve, determinado equipamento, muitas vezes é a forma mais expedita de auxílio na escolha. Todos nós já pedimos opinião a amigos sobre diversos equipamentos que um dia pretendemos adquirir, e certamente também fomos solicitados pelos amigos, para darmos a nossa própria opinião.
Este site congrega opiniões de utilizadores sobre diferentes produtos, de modo a conseguir expressá-la com uma pontuação única, de mais directa apreensão. Permite ainda ler as “reviews” feitas pelos diversos utilizadores sobre os equipamentos, ou comparar dois ou três equipamentos, neste caso, experimentei com impressoras,HP printers. Muito útil quando as características são muito próximas e uma leitura em paralelo das duas facilita.
Podem personalizar o site, usando a funcionalidade "My wize".
Tem ainda disponível um Blog, onde são escritos artigos sobre alguns equipamentos, mostrando os Bons Negócios.
Colóquio Internacional Desenhar a Luz
27 e 28 de Setembro de 2007
Actividades do dia 27 de Setembro tem entrada Livre, mediante inscrição prévia.
No próximo dia 6 de Julho, a partir das 18:15 horas, terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, a palestra intitulada “A Arquitectura Mediterrânica e os Materiais Locais”, conduzida por José Alberto Alegria.
Fonte: Região Sul
No próximo dia 6 de Julho, a partir das 18:15 horas, terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, a palestra intitulada “A Arquitectura Mediterrânica e os Materiais Locais”, conduzida por José Alberto Alegria.
Fonte: Região Sul
14 a 15 de agosto - Belo Horizonte - MG
O Colóquio de Pesquisas em Habitação é um evento organizado pelo Grupo de Pesquisa MOM, vinculado ao Departamento de Projetos (PRJ) e ao Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (NPGAU) da Escola de Arquitetura da UFMG. Ele tem por objetivo reunir pesquisadores, profissionais, estudantes e outros interessados, para a reflexão crítica de pressupostos, resultados de pesquisas e possibilidades de avanço na produção habitacional brasileira.
O IV Colóquio de Pesquisas em Habitação consolida o trabalho iniciado com as edições de outubro de 2004, dezembro de 2005 e setembro de 2006, e pela primeira vez terá um foco específico: Coordenação modular e mutabilidade. Esta edição do evento está inserida nos trabalhos da rede cooperativa de pesquisa FINEP, entitulada "Desenvolvimento e Difusão de Tecnologias Construtivas para a Habitação de Interesse Social", focada na difusão e aplicação da coordenação modular.
Mais informações
Fone: (31) 32691812
E-mail: mom@arq.ufmg.br
Website: www.arq.ufmg.br/mom/coloquiomom
Programa
14/08
9h00-10h00: Registros
10h00: Palestra Prof. Hélio Greven, Professor titular aposentado do Núcleo Orientado para a Inovação na Construção. UFRS, Porto Alegre, Brasil
14h00-16h00: Comunicações
16h00-16h30: Café
16h30-18h30: Comunicações
15/08
10h00: palestra – a confimar
14h00-16h00: Comunicações
16h00-16h30: Café
16h30-18h30: Comunicações
19h00: Festa de encerramento da programação
Chamada de trabalhos
Os resumos dos trabalhos, de no máximo 300 palavras, deverão ser enviados até o dia 15 de maio de 2007 na ficha de inscrição para o e-mail. Os trabalhos devem estar relacionados com o tema do colóquio: Coordenação Modular e Mutabilidade em um ou mais dos seguintes sub-temas:
- coordenação modular e conectividade
- open building
- módulo na arquitetura
- mutabilidade, flexibilidade, adaptabilidade
- modulação e complexidade espacial
- tecnologias da informação e coordenação modular
- componentes e produtos modulares
- modulação na auto-construção e na auto-produção
O resultado da seleção dos resumos para a apresentação no colóquio será publicado no dia 31 de maio de 2007.
Ficha de inscrição
enviar para o e-mail mom@arq.ufmg.br
Local
Auditório da Escola de Arquitetura da UFMG
Rua Paraíba 697
Funcionários
Belo Horizonte – MG
Organização
Silke Kapp
Denise Morado
Ana Paula Baltazar
Sulamita Lino
Rodrigo Marcandier
Mara Coelho
Felipe Gontijo
Pedro Magalhães
Grupo de Pesquisa MOM (Morar de Outras Maneiras)
www.arq.ufmg.br/mom
La Facultad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo de la Universidad Autónoma de Taumalipas, México, organiza el VI SIACOT (Seminario Iberoamericano de Construcción con Tierra) y el II SIIDS (Seminario Internacional Investigación del Diseño Sustentable) a realizarse entre los días 19 al 22 de septiembre de 2007.
Temáticas:
VI SIACOT
1. El presente de la arquitectura en tierra, criatividad y sustentabilidad
2. La construcción con tierra, el estado del arte en problemas críticos
3. Investigación y desarrollo tecnológico
4. Património edificado: investigación y intervención
5. Proyectos de vivienda social, individual y prototipos
6. Educación, formación y capacitación
II SIIDS
1. Diseño arquitectónico sustentable
2. Diseño urbano sustentable
3. Diseño gráfico sustentable
4. Diseño interiores sustentable
5. Diseño industrial sustentable
6. Construcción sustentable
7. Materiales sustentables para el diseño
8. La sustentabilidad en la educación superior
9. Tecnología sustentable para el diseño
Data limite para envio de resumen: 16 de junio de 2007
informaciones: www.congresosfadu.com.mx
contato: congresofadu@uat.edu.mx
Filomena Marona Beja, Direcção Geral das Construções Escolares
As Construções Escolares em Portugal : Das Primeiras Escolas ao Lançamento do Plano dos Centenários (até 1942).
Terça-feira, 29 de Maio, pelas 18h00
As Construções Escolares em Portugal : Do Plano dos Centenários – projectos regionalizados de 1944 – às “Escolas de Área Aberta” (1960-70).
Terça-feira, 5 de Junho, pelas 18h00
Auditório Afonso de Barros (Ala Autónoma) – ISCTE
Avenida das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa
R.S.S.F. (até ao dia 28 de Maio) 217 903 060 • e-mail: Paula.Almeida@iscte.pt
SEMINÁRIO INTERNACIONAL: 28 DE MAIO, 09:30, FAUTL, ESPAÇO "O CUBO"
Conferências com Paolo FANCELLI (La Sapienza, Roma); Delgado RODRIGUES (LNEC); Ana SERUYA (UNL); Paulo PEREIRA (FAUTL); Joaquim CAETANO (Doutorando UNL); Nuno PROENÇA (NC-Restauro); Luís MARREIROS (IGESPAR); Fernando SALVADOR (FAUTL); Elena CHAROLA (WMF).
Exposição: «A cento anni dalla nascita di Cesare Brandi»
Participação GRATUITA sujeita a pré-inscrição no email: estudosavancadosreabilitacao@fa.utl.pt
Passar um período de férias em Inglaterra, praticar uma actividade desportiva ou lúdica, e ao mesmo tempo aprender Inglês, é o 3-1 que a escola de Inglês Excel oferece.
As actividades são variadas e divertidas.
Aprender Inglês e praticar hipismo, jogar um pouco de golfe e melhorar o Inglês, entrar um pouco nos meandros da aromaterapia e massagens enquanto se vão adquirindo competências linguísticas, são algumas das ofertas disponíveis.
As vantagens são óbvias. A necessidade de uso da língua inglesa noutros contextos, a vontade de saber mais sobre determinados assuntos e a necessidade de apreender o que nos está a ser transmitido são incentivos a uma aprendizagem mais eficiente, muitas vezes até a um nível inconsciente. Os resultados são visíveis.
Aprender enquanto se divertem é o que podem encontrar neste link: English for fun

This is the story of the Modern Movement: the story of the men and women who wanted to create a new architecture. For better or worse, these Modernists have changed the British landscape forever. This is how they did it.

Docente da UA volta a ser distinguido pelo design de uma nova garrafa «CoMet»
"Depois da versão 12,5 litros da garrafa portátil de gás propano «CoMet» ter sido galardoada, no Japão, com o «Good design – G-Mark», foi agora a vez da irmã de 24 litros obter, na Alemanha, três importantes distinções em Design Industrial: o Globe Packaging Award, do Deutsches Verpackungs Museum de Heidelberg; o Red Dot 2007, do Design Zentrum Nordrhein Westfalen em Essen; e o IF GOLD 2007, do iF International Forum Design de Hannover"
Arquitectura
Jornal de Notícias
DN online
O globo
ArcoWeb
Público 1 - Público 2
O velhinho hotel abriu as portas a 15 de Janeiro de 1965 e desde então a pala branca, que tinha em cima escrito "Estoril-Sol", acolhia quem entravava no edifício, projectado pelo arquitecto Raul Tojal.
Dasparkhotel - Andreas Strass. Linz, 2006
Para além do aspecto pouco convencional, este hotel também tem um sistema de pagamento nada ortodoxo: "pague quanto quiser", dentro da disponibilidade e do que acha que a estadia vale.




Procurando hotel para umas mini-férias, dei por mim a passear por um site de reserva on-line de hotéis, acabando por encontrar algumas fotos que me chamaram particularmente a atenção.
Steigenberger Kurhaus Hotel


Senti-me transportada para o cenário de um filme...
The Dylan Amsterdam

Adoro aproveitamento de águas furtadas.
NH Barbizon Palace

Parece a cantina de um colégio bem tradicional, ou mesmo de um convento...
A-Train Hotel

Decoração a preceito, com mais espaço do que nos antigos comboios portugueses...
Amstel Botel

Dormir num barco, num dos muitos canais de Amsterdam...
e-revistes.upc.edu - Revistas disponíveis em PDF na Universidade Politécnica de Catalunha.
http://bibliotecnica.upc.edu/ - Biblioteca digital da UPC
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Dois dos espólios mais importantes para a compreensão da evolução do que foi a arquitectura portuguesa na segunda metade do século XX, pertencentes aos arquitectos Manuel Tainha e Nuno Teotónio Pereira, foram ontem doados pelos próprios à Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), em Lisboa.
Embora diferentes entre si, ambos os acervos são considerados imprescindíveis para uma melhor compreensão da história da arquitectura lusa. Ontem, todos estes documentos foram entregues à guarda da Biblioteca de Arte da FCG, que os irá disponibilizar on-line depois de devidamente sistematizados e organizados.
"No caso do espólio do arquitecto Manuel Tainha, um dos arquitectos que mais tem contribuído para a cultura arquitectónica portuguesa contemporânea, reúne mais de 50 anos de trabalho por si produzido e, de certo modo, dá continuidade a uma vocação que a Biblioteca de Arte já tinha iniciado ao inserir no seu espólio documentação da actividade privada dos arquitectos Raul Lino e Cristino da Silva", adiantou ao JN José Afonso Furtado, o director da Biblioteca de Arte da FCG. O mesmo responsável adiantou que, até final deste ano, o espólio destes arquitectos estará disponibilizado para consulta on-line através do site http//www.bibliarte.gulbenkian.pt.
Quanto documentação que o arquitecto Nuno Teotónio Pereira doou à Gulbenkian, e que se encontra reunida em seis pastas, trata daquele que foi o Movimento de Renovação da Arte Religiosa (MRAR), a mais importante iniciativa nesta área surgida em 1952 e cuja actividade se prolongou até finais da década de 1960.
A documentação doada reúne um conjunto de publicações e documentos que testemunham a actuação do MRAR, de que Nuno Teotónio Pereira foi membro fundador e primeiro presidente. Entre essa documentação contam-se cópias das actas das reuniões, abaixo assinados de integrantes do movimento, onde se incluem nomes não só de arquitectos, mas também de artistas plásticos, e historiadores.
Do MRAR, refira-se, fizeram parte artistas como Manuel Cargaleiro, José Escada, e personalidades como Diogo Lino Pimentel, Nuno Portas, Madalena Cabral ou Maria José de Mendonça que , na época, reagiram contra a manutenção dos modelos arquitectónicos de cariz tradicionalista nas novas construções religiosas dos centros urbanos de Lisboa e do Porto. Na documentação inclui-se ainda colecção completa das duas séries do boletim do MRAR.
Formado pela Escola Nacional de Belas Artes de Lisboa, Manuel Tainha recebeu vários prémios de Arquitectura, dos quais se destacam o Prémio Valmor e Municipal de Arquitectura de 1991, atribuído ao edifício da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Lisboa, e o Prémio Tschumi de 2002, atribuído pela União Internacional de Arquitectos.
Entre outros, ficarão depositados na Biblioteca de Arte os projectos Piscinas do Tamariz (1954-56); Pousada de Stª Barbara, Oliveira do Hospital (1957-1971); Casa Gallo, S.Pedro de Moel (1970-1975); Escola Superior de Tecnologia de Tomar (1988-1993); Departamento de Engenharia Mecânica, Universidade de Coimbra (1990-1996); Biblioteca Municipal de Viseu (1994-2000); Porta Norte, Expo 98, Lisboa (1996-1998).
José Afonso Furtado sublinhou ainda ao JN a importância da doação de todos estes documentos à FCG, entidade que "já naquela época apoiou várias acções realizadas no âmbito da actuação do MRAR".
José Afonso Furtado recordou que, entre essas iniciativas contam-se "uma série de lições preparatórias do projectado concurso para a construção da igreja do Sagrado Coração de Jesus; a Exposição de Arte Sacra Moderna (1956 e 1960); o concurso do ante-projecto para a construção da Sé de Bragança e a Exposição itinerante organizada na ocasião do Congresso Eucarístico Interna Eucarístico Internacional, apresentada em Portugal em 1964.
A agora denominada Biblioteca de Arte constituiu-se em 1968 com o objectivo de centralizar os fundos documentais existentes na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com especial relevância para aqueles destinados a apoiar a colecção particular do fundador constituída por cerca de três mil títulos. Em 1993, definiu-se definitivamente a sua especialização nas áreas das artes visuais e da arquitectura e, simultaneamente, deu-se início ao processo de informatização do catálogo bibliográfico. A arte em Portugal é o tema principal deste acervo, distribuído por um total de 166 colecções e criado através de proveniências diversas.
Ana Vitória
(ENVIO DE RESUMOS)
O Resumo deverá ser enviado até 31 de Março 2007. Se aceite, o respectivo artigo deverá ser entregue até 31 de Maio de 2007.
Mais informações aqui>
"Cinco novos espólios de arquitectura, entre os quais os de Cottinelli Telmo (1897-1948) e de Carlos Ramos (1897-1969), serão amanhã formalmente entregues à Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) para tratamento e disponibilização pública no Centro de Fontes Documentais que o organismo criou no Forte de Monte Cintra, Sacavém.
A par dos arquivos pessoais destes dois nomes fundamentais na trajectória da arquitectura em Portugal (...)serão simultaneamente entregues os arquivos de Carlos Oliveira Ramos, Jorge Viana e Vasconcelos Esteves.
(...) Conjunto no qual avultavam já nomes como os de Frederico George, Daciano da Costa, Chorão Ramalho, Eduardo Nery, Faria da Costa, Francisco Caldeira Cabral, Porfírio Pardal Monteiro ou Gonçalo Ribeiro Telles, por escolha dos próprios ou, quando a título póstumo, dos seus familiares."
A barragem de Picote, no Douro Internacional, e uma aldeia construída a partir dela há meio século, vão integrar a lista do património nacional classificado, disse hoje à Lusa fonte do IPPAR.
O processo de classificação encontra-se já em fase de conclusão, faltando apenas, segundo David Ferreira responsável pelo processo, o parecer do conselho consultivo do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e a homologação da ministra da Cultura.
É a primeira vez que o IPPAR classifica uma barragem, infra-estrutura que se distingue das restantes por ser considerada «um paradigma da arquitectura moderna».
E, também, porque a partir dela foi construída uma «cidade ideal» num lugar inóspito do Nordeste Transmontano.
Com o empreendimento nasceu, entre 1953 e 1958, aquela que é hoje a aldeia de Barrocal do Douro, a expensas da Hidouro, uma das várias empresas criadas na época para a electrificação do país e que deram origem à EDP.
Num local onde a natureza permanecia selvagem, três jovens arquitectos recém-formados na Escola de Belas Artes do Porto, tiveram liberdade para dar azo à criatividade e transformar um morro das escarpas do Douro Internacional num local habitável e «revolucionário» numa região isolada onde faltava praticamente tudo.
Archer de Carvalho, Nunes de Almeida e Rogério Ramos projectaram há cinquenta anos o que os entendidos da arquitectura moderna classificam hoje como «uma cidade ideal», fundada a partir do nada com todas as infra-estruturas e serviços, inacessíveis à maioria da população daquela época.
O novo aglomerado tinha capacidade para suportar o quotidiano de quatro mil pessoas, número em muito superado durante a construção do empreendimento.
Na mesma linha foram pensados, mais abaixo junto ao rio, os edifícios de apoio à produção eléctrica e a própria barragem, a primeira a ser construída no rio Douro e que ganhou o nome da localidade mais próxima na época, Picote.
De acordo com David Ferreira, do IPPAR, toda esta intervenção vai ser classificada como «conjunto de interesse público», um grau imediatamente inferior a monumento nacional.
A distinção, segundo disse, deve-se ao processo inovador de construção, que só foi descoberto décadas depois por dois arquitectos da mesma escola dos autores do projecto, Fátima Fernandes e Michele Cannata.
Os pais de Fátima Fernandes trabalharam na barragem e foram os laços afectivos que a levaram, com o colega, a estudar as três barragens do Douro Internacional: Picote, Bemposta e Miranda do Douro.
Os dois arquitectos surpreenderam quando há uma década revelaram o «moderno escondido», título de uma publicação, em que defenderam que as barragens do Douro Internacional «são obras de arte e uma parte da história da arquitectura moderna».
«Fizeram há cinquenta anos, o que hoje se está a fazer», disse à Lusa Michele Cannata, que com a colega desencadeou o processo de classificação do Picote, em 2002.
Segundo disse, numa altura em que não eram obrigatórios estudos de impacto ambiental, toda a intervenção foi pensada respeitando a paisagem e o ambiente.
Os cuidados estenderam-se à zona industrial, com a central de produção de energia eléctrica construída em caverna dentro da montanha, ao lado do paredão com cem metros de altura, que esconde as entranhas da barragem, que embora encobertas mereceram também a atenção dos projectistas.
As «catedrais», como são apelidados pelos que ali trabalham os espaços interiores, são descritos por estudiosos mais recentes como «arrepiantes e monumentais naves subterrâneas erguidas como verdadeiros monumentos à modernidade».
Desde que foi revelado o «moderno escondido» que Picote passou a integrar o roteiro de investigadores e estudantes que, até então, procuravam no estrangeiro exemplos da arquitectura moderna.
Diário Digital / Lusa
Arquitectura em Portugal
Porto, Montemor-o-Velho, Idanha-a-Velha, Évora, Lisboa
comissário Álvaro Siza fotografia Gabriele Basilico
com António Madureira, Madalena d'Alfonso, João Soares, André Tavares
Inauguração Segunda-feira, 19 de Junho, pelas 18:00 na FAUP
Apresentação por Álvaro Siza
A exposição permanecerá aberta de 20 de Junho a 7 de Julho de 2006

PRINTED and MODELED EXHIBITION and VIDEO PROJECTION
Samples due: May 05, 2006
Notification of Acceptance: May 26, 2006
Final Submission due: August 25, 2006
General Note: Workshops and Panel Proposals & Samples of Work should
be submitted by e-mail and by surface-mail (Work Samples) to:
Gregory A. Luhan, RA (E-mail: galuhan@uky.edu)
Assistant Professor of Architecture
University of Kentucky
College of Design-School of Architecture
Pence Hall
Lexington, Kentucky 40506-0041
More information > http://www.acadia2006.org/projects.html
The Association of Collegiate Schools of Architecture (ACSA) seeks abstracts for papers focusing on strategies for employing design to dramatically increase the economic and social performance of affordable housing. The submissions are for a June 2006 forum entitled AFFORDABLE DESIGN: Convening the Conversation, funded by a grant from the Fannie Mae Foundation. Authors of accepted abstracts will be invited to submit a complete paper by May 15 that will frame Convening the Conversation. Authors of completed papers will receive an honorarium, and one author will be invited to participate in the forum.
Now to April 15, 2006
More Information > https://www.acsa-arch.org/faculty/affordablehousing.aspx

Terça-feira, 4 de Abril pelas 21:30
Auditório Fernando Távora
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Estão convidados!
A Construção do Brasil : relações com a cultura arquitectónica portuguesa
de Ana Vaz Milheiro
apresentado por Alexandre Alves Costa
Arquitectura antituberculose : trocas e tráficos na construção terapêutica entre Portugal e Suíça
de André Tavares
apresentado por Pedro Bandeira
A Ideia de projecto em Charles S. Peirce, ou da teoria do projecto considerada como uma semiótica
de Fernando Lisboa
apresentado por António Fidalgo
FAUP Publicações
Faculdade de Arquitectura da U.P.
Auditório Fernando Távora
9 de Março de 2006, às 18:30
Mostra de trabalhos na Exponor
A APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal - vai estar presente, com stand próprio, no II Salão Ibérico do Mercado Imobiliário e Turismo Residencial, a realizar na EXPONOR, de 23 a 26 de Março, com previsível afluência de cerca de 25 000 visitantes.
Com o objectivo de sublinhar, junto do público, a Arquitectura como uma das essências da qualidade urbana e habitacional, está a ser organizada, em área própria do stand da APEMIP, uma exposição subordinada ao tema [porto + arquitectura], espaço aberto aos alunos finalistas (6ºano) da FAUP que queiram expôr a sua visão do Grande Porto e também seus projectos.
Notícia e mais informações para download
WonderGround
Designing interdisciplinary discourse, conspiring for Design Leadership
Wonderground - the 2006 Design Research Society International Conference in Lisbon, Portugal at IADE Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing. The conference is co-chaired by Eduardo Corte-Real, Ken Friedman, and Terence Love with Chris Rust as chair of the research exhibition and Charles Burnette as chair of the scientific committee.
The 2006 conference will invite 2 kinds of papers -- full papers at 5,000-6,000 words, working papers at 2,000 words plus references, as well as contributions to the research exhibition. Design Research News will publish the full call next month.
It's time to start thinking about your contribution to Wonderground
EXTENDED DEADLINE: 2006 April 5.
Síntese de assuntos apresentados:
- Batimat: The Rendez-vous
- Celebration of Cities 2
- Tadao Ando, Church of the Light
- Architects Council of Europe
- Architecture for a sustainable Future
- Architecture and renewable energy sources
Mestrado em Metodologias de Intervenção no Património Arquitectónico
Próxima edição em 2006/2007.
Informações: mestrado.mipa@arq.up.pt
Mestrado em Planeamento e Projecto do Ambiente Urbano
Informações: mestrados.mppau@arq.up.pt
O Instituto Português do Património Arquitectónico iniciou um processo de classificação de 40 imóveis do séc. XX, com vista a garantir a sua preservação e valorização cultural.
Os imóveis abrangidos por este processo de classificação foram construídos no período de 1910 a 1990 e foram seleccionados por todo o país. A classificação implica que as direcções regionais delimitem as respectivas Zonas Especiais de Protecção previstas. A criação destas zonas visa a protecção legal dos bens culturais e dos seus contextos.
Para seleccionar os imóveis, o IPPAR segue alguns critérios gerais, nomeadamente, histórico-culturais, estético-sociais e técnico-científicos. A integridade, autenticidade e exemplaridade do bem imóvel são também critérios de selecção. Os bens imóveis podem ser classificados em diferentes categorias, tais como, “Interesse Nacional”, “Interesse Público” ou “Interesse Municipal”. Poderão ainda ser susceptíveis de outra diferenciação, de acordo com as categorias de “Monumento”, “Conjunto” ou “Sítio” em concordância com as Convenções Internacionais.
De entre os 40 imóveis destacam-se o Estado Nacional do Dafunto e o Edifício da Garagem do Jornal “O Comércio do Porto”, a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, a Escola Superior de Comunicação Social, entre muitos outros.

07 de Novembro de 2005, pelas 18:30
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Auditório Fernando Távora
Apresentação de Manuel Correia Fernandes
Richard Meier
Concurso para projectos de final de curso a decorrer, ver regulamento na fondazione frate sole

Concrete Nation
Bright future for ancient material
"(...)There are many simple ways to modify the properties of concrete. Tweaking the ratio of the ingredients can change the material's strength or roughness, for instance. Modern concrete also contains chemical additives that affect the material's physical properties, such as the fluidity or the time it takes to harden.
Scientists and architects have been pushing the limits of this humdrum material to give it new features and creative functions. "Liquid Stone," a current exhibit at the National Building Museum in Washington, D.C., portrays the future of concrete. The show includes ultrahigh-performance concrete that bends like metal and another type of concrete that forms translucent blocks. (...)"
A lenda da Casa da Música é verdadeira
Arquitecto holandês revela a sua relação com o edifício que vai mudar a face da música em Portugal
José Miguel Gaspar
É possível definir a arquitectura em duas pistas simplistas: de um lado há os edifícios racionais e metódicos, do outro, todos aqueles que foram movidos pelo impulso e pela poesia. Rem Koolhaas estará entre os que arquitectam os primeiros, mas também, e definitivamente, entre os outros.
Rem Koolhaas, arquitecto holandês, considerado um notório desconstrutivista, acredita nas ideias do progresso social e na natureza propagandística da arquitectura. É retórico e autor de edifícios reais. Fundou o OMA.
Nasceu em 1944 e considera-se um escritor, mas em 2000 ganhou um Pritzker, o mais importante prémio de arquitectura mundial. Na mesma frase, fala no singular e no plural - e só ele poderá explicar de que se alimenta essa contaminação. É charmoso, hiper-articulado, impositivo. É o autor da Casa da Música. É incatalogável.
[Jornal de Notícias] Rem Koolhaas é incatalogável?
[Rem Koolhaas] Para o universo da arquitectura talvez eu seja difícil de catalogar, porque tenho muito outros interesses. Originalmente, eu era argumentista. Ainda me considero tanto escritor quanto arquitecto. Nós, na OMA ['Office for Metropolitan Architecture'], já não somos somente arquitectos; criamos outro gabinete, a AMO, que lida com questões políticas, culturais e de identidade contemporânea. Estou constantemente a alargar o espectro daquilo que a arquitectura pode fazer. Acho que isto que faço é muito confuso para o mundo dos arquitectos, mas não é de todo confuso para o resto do mundo. Eles percebem, mas os arquitectos ficam completamente chocados.
Há uma dualidade entre o mundo dos arquitectos e o mundo real?
Como nós não estamos apenas interessados em arquitectura; como temos um interesse quase jornalístico sobre aquilo que acontece no mundo, estamos melhor preparados para captar as expectativas das pessoas ou as potencialidades delas. Em determinado ponto percebi que o mundo precisa da arquitectura sob a forma de uma organização - ou de uma representação -, mas nem sempre o resultado disso é um edifício. Portanto, aquilo que nós estamos a fazer é, por exemplo, oferecer à União Europeia uma nova de se representar que não tenha nada a ver com edifícios, mas simplesmente num nível conceptual.
O facto de ser arquitecto, mas de se considerar escritor, quer dizer que em certo sentido escreve com formas?
Não, não me parece que escreva com formas. Escrevo com palavras. Sou um escritor, literalmente. Os livros são muito importantes para criarmos espaços arquitecturais para nós. Primeiro fizemos um livro e o livro descreveu uma forma particular de fazer arquitectura. Depois, as pessoas começaram a pedir-nos para fazer projectos de arquitectura. Nesse sentido, edito livros para poder actuar enquanto arquitecto.
A Casa da Música tem uma forma e é através dela que comunica. Essa forma pode ser traduzida em palavras?
Não posso realmente traduzir. Primeiro existem sempre as palavras e elas dizem realmente aquilo que queremos dizer sobre o edifício. Em relação à Casa, o que dizemos é isto: não estamos interessados em fazer um edifício público, mas em fazer um edifício para o público. De uma forma subtil, de dia o edifício absorve a cidade e a partir do entardecer projecta o seu interior para a cidade. Há sempre uma fórmula conceptual nas palavras que espoleta o edifício.
Esse desejo de que o edifício absorva a cidade está já a materializar-se?
Acho que criamos as condições ideais para isso. A embaixada holandesa em Berlim, o centro estudantil IIT, em Chicago, a Livraria Pública de Seattle, que foram terminados no último ano. Foi muito importante para mim perceber que cada um dos edifícios começou a ser usado pelas pessoas de uma forma muito natural, sem que fosse preciso explicações da minha parte. Apesar de serem, em termos arquitectónicos, muito ambiciosos, o público não se inibiu de se apropriar deles.
As condições que teve para imaginar, conceber e construir a Casa da Música são consideradas ideais. A forma como a fez foi diferente daquela que aplicou a outros edifícios noutros países?
O que entende por "condições ideais"?
Liberdade total sem constrangimentos criativos, tanto da peça em si como do contexto que a rodeia. Um dos engenheiros portugueses ligados à obra diz mesmo que um edifício assim só seria possível em Portugal ou talvez em Espanha...
Acho que nunca se tem liberdade total. A liberdade foi ganha quando vencemos a competição para a construir a Casa. Isso é que traz liberdade em si. Basicamente, há duas maneiras de conceber um edifício: o cliente chega ao arquitecto e pede-lhe um edifício concreto. Isso significa que é preciso enfrentar o edifício e negociar com o cliente. É simples. A outra maneira é participar num concurso e fazer tudo aquilo que se imagina. Isso significa que júri desse concurso pode dizer duas coisas: ou 'é uma merda'; ou 'podes fazê-lo'. Quando isso acontece, o arquitecto fica numa posição muito diferente, porque significa que o edifício já está feito e aquilo que se pode fazer é apoiá-lo ou rejeitá-lo. Nesse sentido, marcamos uma posição muito forte quando ganhámos o concurso. É bem verdade que um edifício destes só podia acontecer em Portugal ou em Espanha. Isso quer dizer que a qualidade da indústria de construção civil aqui é superior. Mas houve outro pormenor: a situação política aqui é caótica. Continua a ser. Esse contexto muito particular [risos] deu-nos liberdade para manobrar conforme quisemos. Desde que a obra começou, eu já conheci cinco conselhos de administração. Mais ou menos um por ano. O mesmo com ministros da cultura.
Como é que lidou, e como continua a lidar, com isso?
Sim, continua a acontecer...
Já conhece a nova ministra da cultura?
Não. Conhecemos todos os anteriores e comunicamos com eles. Isso faz parte, obviamente, de uma parte fundamental da nossa profissão. Mas nunca nos tinha acontecido numa sequência tão acelerada [risos].
Isso parece diverti-lo...
Bom, isso proporcionou-nos, de facto, um conhecimento bastante profundo daquilo que é a cultura política portuguesa.
Há uma história à volta do projecto que começa a adquirir contornos de lenda. Preciso de saber a sua versão. É verdade que o projecto inicial da Casa da Música foi adaptado de um projecto de uma habitação que estava a desenhar para um casal divorciado?
Quer ouvir a história?
Sim.
É verdade. Mas não era um casal divorciado; era um casal que poderia, eventualmente, divorciar-se. Davam-se mal e disseram-me que, no tempo que levaria do projecto à construção da casa, eles poderiam chegar ao fim já divorciados. Era um projecto muito particular. O homem queria a casa mas impôs três definições negativas: odiava confusões e por isso queria uma casa com muitos arrumos; não estava muito convencido do conceito de 'vida familiar', logo queria um edifício onde todos pudessem ter uma vida independente; e, por último, era um homem que odiava todo o tipo de tecnologia e queria uma casa simples - acho que temia que a casa entrasse em colapso com o 'bug' do ano 2000. Portanto, havia três definições negativas.
Isso limitou-o?
Inicialmente, pensamos que isso seria um problema para a criatividade, mas afinal acabou por ser bastante inspirador. Começamos por achar a forma da casa e depois metemos lá dentro uma rota individual para cada um dos membros da família - e fizemos túneis para que eles se pudessem encontrar em espaços comuns, se assim o quisessem. Depois aconteceu outra coisa: eu fui a África pela primeira vez. E fiquei muito marcado pela inteligência africana, por aquela forma de decidir como reagir no exacto momento em que as coisas acontecem. Isso não é só uma questão de sobrevivência; é também uma forma inteligente de ver as coisas. Voltei para o meu gabinete e decidi, nesse sentido, começar a ser africano. Aí olhei para o meu cliente e ele pareceu-me um bocado complexo. E eu disse-lhe: 'Esqueça!". Senti que tinha que entrar neste concurso quando percebi que a peça que tinha concebido para a casa do meu cliente era a forma ideal para um auditório de música: a forma de uma caixa de sapatos - que é também a forma do auditório da Casa da Música. Esse foi o pormenor que fez espoletar o edifício, que o fez nascer. Por isso, essa lenda é verdadeira.
Essa forma africana de lidar com a realidade parece aplicar-se ao seu gosto pela experimentação. Concorda?
Todos os arquitectos trabalham com o seu gabinete e contra o seu gabinete. Nós, a OMA, tínhamos a reputação de sermos muito metódicos e de estudarmos umas cinco mil variáveis. A determinado ponto comecei a odiar essa reputação - até porque nos atrasava imenso os projectos. Então desafiei o gabinete a fazer as coisas de uma forma completamente diferente. E isso expandiu o nosso repertório, porque agora podemos fazer edifícios muito racionais e muito metódicos e outros que sejam impulsivos e poéticos.
Como é que lida com a arquitectura do português Siza Vieira, que é mediterrânica e modernista, muito precisa e metódica?
Acho que qualquer arquitecto que tenha imaginação já foi influenciado por ele. Qualquer um nessas condições admira-o e excita-se com as suas obras. Ainda me lembro da primeira obra de Siza que vi - acho que foi o projecto das piscinas [de Leça] - e fiquei espantado. Acho que a obra de Siza é o detalhe, e ainda que nós também sejamos detalhe, somo-lo de uma forma completamente diferente. Pessoalmente, quando entro nos seus edifícios, consigo ver realmente que são edifícios portugueses.
Existem certamente diferenças entre arquitectura e arte. Mas os seus edifícios parecem querer esbater essa fronteira.
Haverá sempre esta diferença: na arte cada um de nós está mais ou menos sozinho; na arquitectura nunca se está sozinho porque cada passo tem lugar num contexto. E esse contexto envolve sempre mais ou menos duas mil pessoas, desde o cliente ao projectista, ao construtor, aos operários, até aos gabinetes de cada um. Nesse sentido, a diferença é fundamental. A arte insiste na sua autonomia e a arquitectura, apesar de insistir desde há muito tempo na autonomia também, eu não acredito nela. Acredito que a parte interessante da arquitectura é que pode ser influenciada pela política, pela economia, pela capacidade de fazer coisas.
Em relação à Casa da Música, já sublinhou diversas vezes a sua capacidade de objecto solitário e autónomo em relação ao contexto em que se inscreve. É uma peça de arte isolada?
Pessoalmente não acho que o seja. Depois, a sua solidão é ilusória. O objecto é solitário mas só em aparência. À primeira vista parece independente, mas se virmos bem, depende completamente do contexto. Veja as cores, por exemplo: a cor do pátio é que dá ênfase à luminosidade do edifício.
Foi por essa razão que escolheu o confronto entre tons dourados e cinzento prateado? Isso acontece no exterior do edifício e no auditório, que é o seu coração.
Escolhi-os porque ambos transportam luz. E porque quis jogar com o confronto entre a sombra e a luz. Se reparar, aqui, no topo do 'foyer' onde nos encontramos é bastante escuro, mas lá em baixo, quando se entra, a luz está em todo o lado. Há partes em que é preciso que a luz penetre até ao fundo do edifício e noutras não.
Tem alguma palavra que defina a Casa da Música?
In-ca-ta-lo-gá-vel. É uma palavra.
É capaz de explicar por que razão a Casa da Música pode provocar comoção a quem a visita?
Bom, eu sou responsável por isso. Mas não sou responsável por explicar o que é que isso quer dizer [risos]. Acho que isso é uma das coisas terríveis do estado actual da arquitectura: dantes fazíamos coisas e ficávamos emocionados. Agora fazemos as coisas e ainda temos que as explicar. Temos que explicar às pessoas aquilo que devem sentir e assegurar-lhes que aquilo que elas estão a sentir é correcto. Eu não quero ter nada a ver com isso.
Aí está ele. Tardou mas parece que sempre chegou. Durante os próximos dias ainda pode persistir alguma instabilidade na rede, porque os últimos testes e configurações estão a ser concluídos.
Para a definição da password para utilização na rede Wireless, os alunos deverão ir a www.fa.up.pt, fazer o registo com o username e password, aceder à área pessoal (clicando em cima do nome no menu da esquerda vão lá ter directamente).
Dentro da área pessoal, no menu da direita, escolher "configurar" na zona de administração.
Escolher uma password para o sistema wireless. O username é o mesmo que usam no SIGARRA.
Qualquer dúvida pode ser enviada por e-mail para si@arq.up.pt, que será respondida com a brevidade possível.